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Ter, 26 de setembro de 2017

Se a Reforma da Previdência passar, trabalhador terá que ser imortal para se aposentar

Tema de muita importância para os trabalhadores e para a categoria dos vigilantes, que será profundamente ferida, a Reforma Previdenciária foi tema da palestra no 1º Congresso Nacional da CONTRASP, na manhã desta quarta-feira (20/09), dirigida pelo Professor e Conselheiro de Recursos da Previdência, Thiago Albuquerque.

Se a “deforma da previdência” passar, além da previdência, ela deformará também vários artigos da nossa Constituição. Os trabalhadores irão perder vários direitos históricos; e muitos terão que trabalhar até a morte.

Para a aposentadoria, a Reforma Previdenciária estabelece a idade mínima de 65 anos aos homens, e 62 anos para as mulheres – com tempo mínimo de 25 anos de contribuição. E para receber o benefício integral, o trabalhador deverá contribuir durante 40 ANOS, sendo que em muitos municípios brasileiros, os trabalhadores morrem antes de conquistar este direito.

Além do mais, A APOSENTADORIA ESPECIAL DO VIGILANTE ACABA. “Com a reforma, só teremos um tipo de aposentadoria: a por idade. Hoje homens e mulheres se aposentam com 15, 20 ou 25 anos de atividade especial (atividades exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física e quando se tratar de segurados portadores de deficiência), mas a Reforma Previdenciária exclui as atividades periculosas, como a do vigilante, em razão da retirada do termo ‘integridade física’ do texto da lei”, explica Thiago Albuquerque.

Entre tantos outros pontos negativos, a Reforma Previdenciária elimina o caráter preventivo da aposentadoria especial, ao buscar que o trabalhador ou trabalhadora adoeça para se aposentar na referida modalidade. O que é um absurdo, já que “a aposentadoria especial representa apenas 1% das aposentadorias, um número insignificante”, também alerta Thiago Albuquerque.

Previdência falida?

Thiago Albuquerque também explicou a fraude do governo sobre a “previdência falida”: eles excluem da conta vários outros ítens de arrecadação da seguridade social, deixando apenas o que é pago pelas empresas e a contribuição do trabalhador. Deixam uma ilusão, fundada na mentira, de que a previdência está falida.

“A escravatura humana atingiu o seu ponto culminante na nossa época sob a forma do trabalho livremente assalariado”, conclui Thiago Albuquerque, com a frase de George Bernard Shaw.

JUNTOS, NÃO ACEITAREMOS ESSE GOLPE!

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Fonte: CONTRASP - http://contrasp.org.br/noticia/se-a-reforma-da-previdencia-passar-trabalhador-tera-que-ser-imortal-para-se-aposentar

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